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“Eu, herói”, um livro emocionante sobre meninas e meninos corajosos
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“Eu, herói”, um livro emocionante sobre meninas e meninos corajosos

Vinte e sete meninas e meninos portadores de câncer foram entrevistados e fotografados com as fantasias de seus heróis prediletos. O resultado é um livro permeado de emoções, no qual a coragem dos protagonistas e sua alegria contagiante reforçam a esperança no milagre da vida. A receita das vendas será integralmente revertida a entidades que cuidam de crianças e jovens que lutam contra a doença.

eu heroi

Produzido pela AzulSol Editora e o Click Solidário do Brasil, com o apoio sociocultural da Pró-Saúde – Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, “Eu, herói” foi concebido pelos fotógrafos Kênia Hernandes e Marcel Santana, com redação e edição do jornalista e escritor Ricardo Viveiros.

Trata-se de um trabalho totalmente voluntário, ao qual se somaram várias pessoas de boa vontade: a jornalista Neuza Arbock, que trabalhou nas entrevistas junto com Ricardo; os profissionais que, ao lado de Kênia e Marcel, integram o Click Solidário — Anderson Timóteo Ferreira, Antonio Carlos Carreiro, Ayrton Vignola, Eliana Lourenço Rodrigues, Fernando Pilatos, Flávio Souza, Guilherme Bessa, Itaci Batista, Marcelo Antunes de Paiva, Marcelo Bodo, Mário Castello, Mônica Arruda e Roberto Loffel; o artista gráfico César Mangiacavalli; e a revisora Márcia Nunes.

O resultado do talento e esforço de todos é um livro inovador, emocionante e que possibilitou uma experiência maravilhosa às crianças e jovens, que puderam vivenciar o sonho de ser os seus próprios heróis. Ricardo Viveiros descreve com precisão no livro como se desenvolveu todo o processo:

“As crianças e jovens foram entrevistados com antecedência no hospital em que se tratam. Descobrimos discretamente quais eram os seus respectivos heróis. Na sequência, providenciaram-se as roupas, perucas e adereços desses personagens e, também, outras fantasias de todos os tipos. Montaram-se o estúdio, a rouparia, a sala de maquiagem e, por dois dias inteiros, com hora marcada, cada menina e menino veio com os pais para a fotografia. Sem lembrar que havia dito, lá atrás, qual era o seu herói, cada um escolhia uma fantasia em várias araras. Na sequência, convidado para uma brincadeira, tinha os olhos delicadamente vendados. Com a ajuda dos pais, sem saber o que estava acontecendo, as crianças e jovens vestiam a fantasia do seu verdadeiro herói, feita especialmente para eles e em suas medidas, não a escolhida na hora. E recebiam a peruca correspondente e a maquiagem. Eram levados para diante do grande espelho, atrás do qual estava o equipamento fotográfico. Sentavam-se e, ainda com os olhos vendados, ouvindo música, esperavam que o som parasse. E abriam os olhos”.

A reação e a emoção das crianças e jovens ao se olharem, heróis, proporcionam, a cada página, uma experiência única de leitura, que confere caráter inédito e de profunda humanidade à obra. A sessão de autógrafos, com Ricardo Viveiros, Kênia Hernandes e Marcel Santana, será em 3 de abril, das 15 às 18 horas, na Livraria da Vila – Unidade Alameda Lorena.

Ficha técnica

Título: Eu, Herói.

Concepção: Kênia Hernandes e Marcel Santana.

Texto e edição: Ricardo Viveiros.

Editora Azulsol.

Total de páginas: 66.

Preço: R$ 50,00 (receita revertida a entidades que cuidam de

crianças e jovens portadores de câncer).

Lançamento: 3 de abril/2016, das 15 às 18 horas.

Local: Livraria da Vila, à Alameda Lorena, nº 1.731 – Jardim

Paulista, São Paulo/SP.

Ricardo Viveiros

Nasceu no Rio de Janeiro em 1950, mas mora em São Paulo desde 1976. Sua infância foi de um típico garoto carioca, brincando na rua, andando de bicicleta, jogando bola, subindo em árvores e namorando. O gosto pelos estudos só era superado pelo encantamento por histórias lidas em livros ou ouvidas dos mais velhos, o que sedimentou o caminho para a carreira de jornalista e escritor.

Ricardo Viveiros trabalhou em jornais, revistas, rádios e TVs e atuou, ainda, como ator, professor, diretor de museu, palestrante e produtor artístico. Ganhou numerosos prêmios, no Brasil e no exterior, dentre eles o da ONU, no Ano Internacional da Paz (1986), por um conjunto de matérias sobre direitos humanos”, e duas vezes o Esso de Jornalismo. É presidente da Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação (RV&A), agência que fundou há 29 anos. Escreveu 35 livros em vários gêneros, como Poesia, Reportagem, Biografias, História, Arte, Crônicas e Infantojuvenis.

Kênia Hernandes

Nascida em Goiânia em 1971, Kênia Hernandes mudou-se para São Paulo aos 11 anos. Quinze anos depois, a família decidiu voltar à terra natal, mas ela preferiu permanecer na capital paulista. Chegou a cursar Biologia, mas depois de uma temporada na França decidiu abraçar a fotografia como profissão. Em 1999, viajou pela América do Sul, aprimorando-se como fotógrafa. Em 2005, ficou em primeiro lugar no Concurso Mundial de Fotos do Unibanco AIG Seguros, realizado em Nova York, EUA. Em 2011, foi a terceira colocada no concurso pelos 457 anos da Cidade de São Paulo. Atuou como fotógrafa oficial da Fiesp de 2005 a 2011.

Marcel Santana

Nasceu em São Paulo. Foi autodidata em sua formação como fotógrafo. Atua na profissão desde 2011. É fundador da empresa Business Photo. Em 2013, na Nova Zelândia, já havia realizado trabalho voluntário.

César Mangiacavalli

Nasceu em São Paulo. Cursou Artes Plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Desde 1984 é diretor de arte, tendo atuado nessa função em importantes agências de publicidade. Também é o responsável pelo design gráfico de várias revistas, como Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), do Mackenzie e Fundabom, do Corpo de Bombeiros de São Paulo. Ainda como diretor de arte, assina numerosos livros, dentre eles “Da arte do Brasil”, de Ricardo Viveiros.

Comunicação – Pró-Saúde

(11) 2238-5572

(11) 94190-5793 (plantão)

comunicacao@prosaude.org.br

www.prosaude.org.br

Lena Sena foi empresária do mundo da moda e também do segmento de alimentação. É designer de interiores e paisagista, duas de suas grandes paixões. Também é arteira, como gosta de ser chamada entre os que trabalham com artesanato, atividade que continua a lhe conferir belas criações.

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