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Por debaixo da roupa
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Por debaixo da roupa

Sinto frustrar quem achou que o conteúdo dessa crônica fosse erótico…(rs), na verdade, esta foi uma expressão usada por um palestrante para falar, pasmem, das feridas que carregamos na alma.

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Ele pediu que cada um tocasse a pessoa ao lado, por cima da roupa, fazendo uma leve fricção. Depois explicou que, assim como a roupa não deixava ver possíveis feridas no corpo de quem tinha sido tocado, não poderíamos saber se, com nossas atitudes e palavras, machucaríamos alguém por conta das feridas que trouxesse na alma.

A analogia foi para ressaltar que, por não conhecermos a história alheia, e nem sabemos o que vai no coração e cabeça de cada um, corremos, sim, o risco de tocarmos em “feridas abertas”, ainda que ocultas, e causar dor ao outro.

Eu arrisco a dizer, que algumas feridas podem ficar tão “escondidas”, que só quando são tocadas e reabertas indicam a sua existência.

O que fazer? Como dizem os antigos: “cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém…”

 

Silvana Lima

 

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Lena Sena foi empresária do mundo da moda e também do segmento de alimentação. É designer de interiores e paisagista, duas de suas grandes paixões. Também é arteira, como gosta de ser chamada entre os que trabalham com artesanato, atividade que continua a lhe conferir belas criações.

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