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Em um ano, pedidos em restaurantes de Salvador crescem 123% com delivery de comida
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Em um ano, pedidos em restaurantes de Salvador crescem 123% com delivery de comida

Em um ano, pedidos em restaurantes de Salvador crescem 123% com delivery de comida

Segundo levantamento feito pelo iFood (www.ifood.com.br), os estabelecimentos de Salvador (BA) que utilizaram a plataforma de delivery de comida no último ano cresceram juntos, o equivalente a 123% em número de pedidos em relação a 2014. O estudo foi elaborado de janeiro a dezembro de 2015, a partir de 200 mil pedidos computados e 218 restaurantes cadastrados.

A pesquisa ainda mostra que quando analisado somente o crescimento de pedidos durante o ano 2015, o aumento foi de 155%. “Apesar do cenário econômico desfavorável para muitas empresas no ano passado, o delivery de comida não para de crescer. Prova disso são os números positivos de nossa pesquisa”, comenta Ana Carolina Lima, Cordenadora do iFood na região nordeste.

Um desses exemplos é o Nago Sushi, restaurante de comida japonesa criado por Ricardo Amigo, e que há 18 meses incrementou a tecnologia em seu processo de delivery. Para o empreendedor baiano, a adesão a plataforma online ultrapassa os limites de um intermediador de pedidos, pois potencializa a presença da marca dos restaurantes junto aos consumidores.”Minhas vendas subiram de forma considerável. Percebi que além do crescimento no faturamento, tive um aumento na visibilidade da minha marca, fato igualmente importante para estabilização do restaurante no mercado”,informa.

Comportamento do consumidor

Os dados da pesquisa do iFood também apontam que os consumidores de Salvador gastam, em média, R$ 56,30 com delivery de comida. As pizzas e a comida japonesa são os preferidos pelos soteropolitanos, representando 58% dos pedidos e ticket médio de R$ 51,60 e R$ 70,60, respectivamente. Em terceiro na preferência está a comida chinesa, com 18% de participação e valor médio gasto de R$ 61,90, seguida pelos lanches (7% e R$ 43,30) e culinária italiana (5% e R$ 72).

Já em relação aos bairros com maior ticket médio da cidade, a região de Itaigara é a de maior valor gasto no serviço, com ticket médio de R$ 58,15. Em seguida está Costa Azul, com valor médio gasto de R$ 55,70, depois Caminho das Árvores (R$ 55,37), Pituba (R$ 54,18) e, por fim, Rio Vermelho (R$ 53,25).

Apesar de Itaigara ser o bairro com maior ticket médio, é na região de Pituba que foi registrado o maior número de pedidos, 44 mil solicitações, representando 22% das solicitações. Caminho das Árvores e Rio Vermelho ficam empatados em segundo lugar com 12 mil pedidos cada, o que representa 6% do total.

Além do ticket médio, a pesquisa também apurou a taxa de entrega média da cidade, que ficou em R$ 7,30. “O valor comprova a comodidade do serviço. Mesmo com a taxa de entrega, um pedido por delivery acaba saindo mais barato do que todos os custos que o consumidor teria se deslocasse até um restaurante”, defende Ana Carolina.

Sobre o iFood

O iFood, plataforma líder de delivery online de comida no Brasil, permite a solicitação de pedidos de comida via internet e aplicativos móveis disponíveis nos sistemas operacionais iOS, Android e Windows Phone. A companhia que conta com a participação de grupos como a Movile – um dos maiores grupos do mercado de aplicativos mobile do mundo – e a Just EAT – maior grupo de pedidos online do mundo, com um valor de mercado estimado em US$ 4 bilhões. Atualmente, a empresa mantém presença em mais de 100 das principais cidades economicamente ativas do Brasil. Contando com mais de 10 mil restaurantes ativos, o iFood registra em média, 1,5 milhão de pedidos mensais e valor transacionado anual de R$ 750 milhões aos restaurantes. O objetivo é expandir o serviço para outras cidades e estados do País, atingindo mais de 25 mil estabelecimentos e redes de alimentação até o final de 2016. Mais informações em www.ifood.com.br.

Lena Sena foi empresária do mundo da moda e também do segmento de alimentação. É designer de interiores e paisagista, duas de suas grandes paixões. Também é arteira, como gosta de ser chamada entre os que trabalham com artesanato, atividade que continua a lhe conferir belas criações.

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