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Confira 8 lições que aprendemos com os casais mais famosos do cinema
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Confira 8 lições que aprendemos com os casais mais famosos do cinema

É possível se inspirar em belas histórias de amor das telonas

A jovem Anna, de "Frozen", fica logo apaixonada pelo primeiro príncipe que vê pela frente

A jovem Anna, de “Frozen”, fica logo apaixonada pelo primeiro príncipe que vê pela frente

Ao longo dos anos, o cinema mostrou todo tipo de história de amor. Dos contos de fadas perfeitos aos relacionamentos problemáticos, já vimos de tudo.

E por mais absurda ou exagerada que alguma história possa parecer, basta prestar atenção para tirar algumas lições extremamente valiosas. Preparamos um guia com oito casais famosos e o que eles podem nos ensinar:

Frozen
A animação musical da Disney teve um desempenho excelente nas bilheterias do mundo inteiro, não à toa: tem músicas que ficam na cabeça, personagens memoráveis e uma grande lição para aqueles que se apaixonam facilmente: nem sempre o “príncipe encantado” é tudo aquilo que parece no primeiro encontro.

“Pode ser tudo novo, brilhante e divertido, mas, justamente por isso, tente aproveitar o momento e pensar que vários outros como esse virão.”, diz o crítico de cinema Dimas Lorena Filho. Por sorte, Anna pode contar com sua irmã nos momentos de crise.

Lição: Não se apaixone logo que sair de casa pela primeira vez

Sr. e Sra. Smith
Angelina Jolie e Brad Pitt vivem um casal aparentemente normal, ela uma empresária no ramo da tecnologia e ele um engenheiro.

Mas as profissões não passam de fachada: ambos são espiões, e certo dia recebem a missão de matar um ao outro. Eles não apenas acabam desistindo dessa tarefa absurda, como se unem contra as agências que armaram todo o esquema.

“A maluquice progressiva e pirotécnica do arsenal de cada um só cresce ao longo do filme, mas, ironicamente, cresce também o amor de um pelo outro”, diz Dimas. O relacionamento do casal extrapolou as telas, e Angelina e Pitt estão casados até hoje.

Lição: Não importa o tamanho da briga, mas o tamanho do amor

A Dama e o Vagabundo
Um dos maiores clássicos da Disney, o filme de 1955 conta a história de dois cachorrinhos. Dama, uma cadelinha de pedigree, e Vagabundo, um vira-lata que sobrevive nas ruas.

Depois que a Dama acaba fugindo da casa de sua dona, uma aristocrata, ela recebe a ajuda de Vagabundo – e acaba se apaixonando por ele.

Na cena mais famosa, os dois jantam juntos e se beijam na hora de dividir o último espaguete. “Você resistiria a uma mesa com toalhinha xadrez num beco charmoso?”, pergunta Dimas.

Lição: Não há barreira que não possa ser quebrada por um jantar à luz de velas

Ensina-Me a Viver
Este filme de 1971 conta a história de Harold (Bud Cort), um jovem obcecado com a morte, e Maude (Ruth Gordon), uma senhora de quase 80 anos empolgada com a vida.

Os dois começam uma amizade, que logo evolui para amor. Quando Harold diz para a família que vai se casar com Maude, todos rejeitam a ideia. Na época, o filme foi um desastre.

“Não dava bem para arrastar o público para dentro dos cinemas. A ideia de um garoto de 20 anos com uma mulher de 80 dava ânsia de vômito nas pessoas”, diz o produtor Charles Mulvehill no livro “Como a Geração Sexo, Drogas e Rock’n’Roll Salvou Hollywood”, de Peter Biskind. Hoje, o longa de Hal Ashby (1929-1988) é um clássico cult sobre o amor em todas as idades.

Lição: A diferença de idade não importa quando o amor é verdadeiro

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
Escolhido para ser o representante brasileiro no Oscar de 2015, o filme de Daniel Ribeiro acabou ficando de fora da disputa, mas causou um grande impacto em nosso cinema.

A história mostra Leonardo (Guilherme Lobo), jovem cego que aprende a viver de maneira independente e se apaixona pelo colega de escola, Gabriel (Fábio Audi).

“O casal adolescente do filme ensinou muito adultão marmanjo o poder de um casal que não tem medo de dizer a que veio”, afirma Dimas. É um trabalho delicado sobre a descoberta da sexualidade e do amor.

Lição: Amor de verdade não é vergonha e, como tudo que é bom, merece ser compartilhado

Antes da Meia-Noite
O filme que encerra a trilogia do diretor Richard Linklater (que conta com “Antes do Amanhecer” e “Antes do Pôr do Sol”), coloca os atores Ethan Hawke e Julie Delpy nos papéis de Jessie e Celine, que se encontram ao longo de anos, aproveitando preciosos momentos para colocar a conversa em dia.

É um relacionamento que parece muito real por não ser perfeito e mostrar as brigas do casal, que se reconcilia sempre na base da conversa.

“Os dois não estão numa bolha romântica como nos primeiros filmes. Este é romântico também, mas de maneira diferente. Você vê o centro de um relacionamento”, afirmou Linklater, na época do lançamento do filme, à “Rolling Stone” americana.

Lição: Companheiro de verdade é aquele com quem você pode conversar sobre tudo

Casablanca
Um dos maiores clássicos da história do cinema, “Casablanca” está recheado de lições para os apaixonados. A história de um casal separado por circunstâncias misteriosas que se reúne muito tempo depois continua cativando pela beleza e realismo desse relacionamento.

Os homens podem se inspirar em Rick Blaine (Humphrey Bogart), um verdadeiro cavalheiro. E as mulheres podem admirar Ilsa Lund (Ingrid Bergman), que pede a Rick que a beije como se fosse a última vez . O site Bedlam Magazine listou 10 lições que podem ser tiradas de “Casablanca”, mas ficamos apenas com uma.

LIÇÃO: As mais belas amizades podem surgir de relacionamentos inesperados

Titanic
A história de Jack (Leonardo DiCaprio) e Rose (Kate Winslet) é, segundo o crítico Dimas Lorena Filho, “a representação perfeita do amor romântico – aquele que é ideal porque não pode ser consumado”.

O trágico romance do casal levou milhões de pessoas aos cinemas, e deve inspirar os namorados de hoje a não desperdiçar nenhum momento precioso ao lado da pessoa amada.

Lição: Viva cada momento apaixonado como se fosse o último.

(Fonte: Portal Jornal Tribuna da Bahia / Foto: Divulgação)

ASSINATURA

Lena Sena foi empresária do mundo da moda e também do segmento de alimentação. É designer de interiores e paisagista, duas de suas grandes paixões. Também é arteira, como gosta de ser chamada entre os que trabalham com artesanato, atividade que continua a lhe conferir belas criações.

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